PLUMA: Projeto Linda e Ufanamente Magra!!!

Esse Blog é para quem procura: Mais que beleza, muita saúde; Mais que aparência, bem estar; Menos opiniões e mais auto-estima… Viver à vitória do amor próprio!!! Alisson

CONTINUAÇÃO…

5 05UTC setembro 05UTC 2007

 

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Óia eu aqui tra véiz!!!

 

EM TEMPO!!!

Encontrei no site da Xenicare um artigo bem interessante que gostaria de partilhar com vocês:

A solução não está na comida

De acordo com especialistas da psicologia, o medo pode até causar, em muitos momentos, uma diminuição temporária da fome. Por outro lado, a sensação pode ser a base de um problema bastante relacionado à obesidade e que pode chegar a ter graves conseqüências: a ansiedade.

Obesidade e ansiedade têm uma relação bastante próxima. A pessoa ansiosa usa a comida como válvula de escape, comportamento que até tem justificativa. "Alguns alimentos realmente produzem efeito no sistema nervoso, como o caso do chocolate, por exemplo", explica a psicóloga Karen Camargo.

Mas, para compreender melhor a participação da ansiedade nos fatores que levam ao sobrepeso é preciso, antes, entender como a doença age.

"Medo é uma reação natural diante de um perigo real, concreto. Este sentimento leva a pessoa a tomar algumas atitudes, como lutar ou fugir. É uma emoção muito útil para a sobrevivência. A ansiedade é semelhante, mas, diante de uma situação imaginária. É voltada para o futuro", explica o psicólogo Marco Antônio Tommaso, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e das agências de modelo Elite e L’Equipe.

"As duas condições têm ligação quando estamos ansiosos, apreensivos, preocupados, temerosos sobre algo que está por acontecer. A ansiedade se relaciona com o perigo, o incerto. Algumas situações que a envolvem são: perda de emprego, medo de perder pessoas importantes, de não conseguirmos ser felizes ou bem sucedidos. Podemos dizer, portanto, que quando estamos ansiosos, estamos com medo de algo", completa Karen.

A ansiedade pode se manifestar em diversos níveis, podendo evoluir para transtornos, como o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo); fobias; terror; TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada); preocupações excessivas e estresse pós-traumático, entre outros.

"Além disso, também causa reações físicas (sudorese, tontura) e comportamentais, como, por exemplo, evitar situações que provoquem ansiedade. Entre as maneiras de lidar com ela estão, entre outras, o fumo, o uso de drogas (desde lícitas até proibidas) e a compulsão alimentar", completa Tommaso.

A comida como desvio

Quem sofre de ansiedade costuma comer para preencher o vazio emocional que sente e para tentar distrair-se do foco de preocupação que está incomodando. O problema é que não há limites. "Na compulsão alimentar há ingestão de uma quantidade grande de alimentos em um período curto de tempo. Acontece de maneira desordenada, sem controle, sem mastigar. Come-se não só para ter um alívio, mas até ficar empanturrado", alerta o psicólogo.

Na compulsão, há um comprometimento de comportamento, entra-se em um processo de culpa muito grande", completa Tommaso.

O problema se torna, também, uma barreira para quem está em processo de emagrecimento. De acordo com o psicólogo, qualquer esforço para perder peso é comprometido se, primeiro, não for controlada a compulsão alimentar. E esta é uma ação que deve partir da própria pessoa.

"Se ela conseguir identificar o primeiro impulso, pode tentar ganhar tempo fazendo uma atividade que lhe dê prazer. Há um número muito grande de pessoas que fazem dieta e têm compulsão. Quanto maior o sobrepeso, mais fácil de desenvolver a compulsão. É um problema que inviabiliza o emagrecimento, além de ter outras conseqüências. Não adianta só fazer dieta, tem que cuidar da ansiedade também", orienta Tommaso.

A solução é enfrentar

A ansiedade, hoje, atinge a homens e mulheres em uma proporção semelhante. Mas existem pessoas mais suscetíveis à doença. "Aquelas que tendem a ser controladoras costumam ser mais ansiosas. Além disso, situações incertas, que não podemos prever, são situações bastante ansiogênicas", explica a psicóloga.

Geralmente, quem sofre de ansiedade costuma fugir destas situações. Se existe, por exemplo, uma fobia por estar rodeado de pessoas, evita-se uma reunião social. "Esse comportamento não leva a pessoa a vencer a ansiedade. A melhor forma é, em primeiro lugar, identifica-la. Depois, se expor gradualmente a ela, fazer uma hierarquia das situações que a promovem. Ao se avançar uma porção por dia, tem-se a chamada habituação. Se, por exemplo, tem-se medo de um filhote poodle, é aconselhável ir a um pet shop, circular, se aproximar dele. Até que um dia já passa a mão na cabeça", orienta o psicólogo.

"Cada pessoa encontra sua maneira de administrá-la. Alguns exemplos são a prática de exercícios físicos, relaxamentos, atividades que geram prazer como hobbies. Já os Transtornos de Ansiedade prejudicam imensamente a qualidade de vida do paciente e, neste sentido, há necessidade de buscar tratamento médico e psicológico", finaliza Karen.

Marco Antônio Tommaso - (11) 3887-9738 - tommaso@terra.com.br - www.tommaso.psc.br  
Karen Camargo - www.karencamargo.psc.br  

Publicado em 08/08/2007 no site: www.xenicare.com.br  

Espero que gostem!!

Agora eu vou de verdade, rsrsrsrsrsrs… 

BEIJÃO.

 

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VIVENDO UM DIA DE CADA VEZ…

 

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Olá!! Algumas amigas, amigas de verdade que passam por aqui e deixam recadinhos de incentivos e puxões de orelha também, se preocuparam com a minha ausência.

Infelizmente passei por uma crise existencial.

Meu marido, maridão diga-se de passagem, quer outro filho e eu não sei se estou preparada para ser mãe novamente. Confesso que um outro filho seria muito bem vindo para todos e principalmente para o Rafael que sempre questiona o fato de não ter irmãos. Mas sinceramente, tenho medo, pois, além do fator idade (sou quarentona assumida embora não aparente, rsrsrsrsrsrs) existe ainda a saúde. Todas sabemos que a obesidade é um fator de risco e ela aliada a idade pode causar danos não só a gestante mas também ao bebê. Só de pensar na possibilidade de enfrentar problçemas de pressão, diabetes gestacional, pré-eclampsia, etc, eu tremo na base.

A única doença que eu tenho é a obesidade (é doença sim!!), meus exames são sempre ok, pressão normal pra baixa, nada de colesterol, diabetes, triglicerídeos, etc. Mas eu morro de medo.

Não bastasse isso, trabalho o dia inteiro e não sei se colocar mais um filho no mundo para os outros criarem é interessante. Sei que o que vale é a qualidade do tempo que passamos com os filhos e não a quantidade, mas pra mim é difícil. Talvez pelo fato de cuidar dos filhos dos outros o dia todo e por ficar longe do meu a grande parte do dia, me cause isso.

Então, me questiono muito e não sei o que fazer e que rumo seguir. Tem horas que o coração fala mais alto e ao olhar para o Rafael penso que  a alternativa correta seja realmente uma nova gravidez, mas a razão vai chegando de mansinho e acaba colocando mil e um entraves no caminho. Ai gente como isso é difícil!!! Não desejo pra ninguém o que sinto com as minhas dúvidas.

Foi por isso que sumi…

Apesar das dúvidas, dos medos  eu tenho seguido mais ou menos a minha RA porque minha consciência tem me dito o tempo todo que se eu optar pelo sim, sofrerei menos…

Prometi não transformar o meu Blog num espaço de desabafo e olha eu aqui…

Desabafando…

O que fazer, que caminho seguir?!?

O tempo urge e eu preciso de respostas!!!

Vou ficando por aqui porque já está na hora de buscar meu gostosão na escola.

Ah! Não posso deixar de comentar. Fui indicada por duas amigas queridas numa corrente da amizade, na qual indico e me comprometo a visitar todos os dias. E assim, vamos juntas, uma ajudando a outra. Amanhã eu passo a minha relação/indicação e comprometimento.

Beijão.

 

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